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Informações não estruturadas em conhecimento útil
26/07/2005
Internet e processamento colaborativo
Desde a década de 1970, o processamento de transações tem sido um dos principais paradigmas da computação. O exemplo mais comum hoje é o processamento de transações em um caixa eletrônico. O processamento de transações bancárias, geralmente envolve uma pessoa em um terminal ou PC interagindo com um aplicativo e banco de dados. O processamento de transações recebeu um grande impulso com o advento da Internet e do e-business os anos 90, porque como os aplicativos de transações e bancos de dados eram habilitados para a web, foi possivel fazer as transações do seu navegador em qualquer lugar, a qualquer hora (exceto, é claro, para obter o dinheiro físico, você ainda precisa do caixa eletrônico). O e-business deu às transações acesso e alcance universais, mas, de outra forma, o paradigma básico da computação permaneceu o mesmo. Isso está começando a mudar. Mais e mais pessoas, seja em casa ou no trabalho, estão interagindo não apenas com um aplicativo ou banco de dados estático, mas com muitas pessoas, informações e processos, que estão mudando dinamicamente em tempo real para personalizar o ambiente para aquele indivíduo. O exemplo maior desse tipo de processamento colaborativo em tempo real é encontrado no mundo dos jogos de computador online, onde milhares e dezenas de milhares de pessoas estão jogando umas com as outras ou umas contra as outras em um ambiente compartilhado que está constantemente mudando em tempo real. Você também vê o mesmo fenômeno na evolução do comércio eletrônico, onde os sites de comércio mais sofisticados estão procurando atrair e reter clientes online, dando a eles uma experiência muito rica e personalizada, cheia de ofertas de produtos, informações sobre produtos, recomendações, avaliações e assim por diante, tudo reunido de muitas fontes pela Internet em tempo real. Outro conjunto de exemplos pode ser visto no mundo dos negócios e da gestão de sistemas, como as dos campos de petróleo inteligentes, onde você monitora, analisa e gerencia grandes quantidades de informações vindas de muitos lugares em tempo real para ver como toda a operação está indo, antecipar problemas e diagnosticar e resolver rapidamente os problemas quando eles ocorrem. Este mundo emergente de processamento colaborativo é altamente dinâmico e tem muitas, muitas dimensões, diferente da natureza relativamente lenta e ponto a ponto do processamento de transações. Ele requer um ambiente de processamento compartilhado onde todas as pessoas, informações, aplicativos e outros recursos podem se reunir para interagir uns com os outros em tempo real. Mas claramente, uma vez que as pessoas, informações e aplicativos são distribuídos ao redor do mundo, rodando em uma variedade de sistemas diferentes e reunidos via Internet, o processamento colaborativo requer um ambiente virtual , aberto e compartilhado, um que seja altamente seguro para que todas essas pessoas possam acessar apenas os recursos que estão autorizadas a acessar e nada mais. Fornecer um ambiente que seja altamente compartilhado e altamente seguro é muito, muito difícil. Na minha opinião, a principal razão pela qual os servidores continuam operando, é que eles foram projetados, desde o início, para fornecer o ambiente adequado onde muitos usuários pudessem compartilhar recursos em tempo real sem interferir uns aos outros. Então, não é de surpreender que, agora que estamos nos movendo para um ambiente de processamento colaborativo hipercompartilhado e em tempo real, a nova capacidade mais importante dos servidores de grande capacidade, é fazer o compartilhamento em tempo real de uma forma totalmente segura por meio do uso de hardware e software criptografados e compartilhados. Esta semana, acompanhei uma série de anúncios importantes sobre novos recursos em servidores, preparando-se para a crescente exigência comercial de transformar o sistema em uma plataforma de processamento colaborativo para inovação. Temas importantes como virtualização, abertura e segurança que fundamentam o processamento colaborativo, sendo destaques em produtos focados para a Internet. A evolução dos sistemas e hardwares para uma plataforma colaborativa aberta, virtual e altamente segura é um dos desafios mais importantes e emocionantes para o futuro próximo.
16/06/2005
A Internet: minha versão
Meu primeiro contato com a Internet aconteceu mesmo antes dela nascer como World Wide Web em 1991, no CERN. Em 1986 fiz meu primeiro curso de programação (Basic I) e a BBS me permitiu, em 1988 abrir as portas ao mundo online. Muitas vezes penso — mesmo depois de trabalhar já há algum tempo na área — que há algo quase mágico sobre as maravilhas da Internet e da World Wide Web. Posso falar como um participante ativo dessa breve história, sobre como a Internet transformou os negócios, a sociedade e a vida das pessoas, e frequentemente o faço em conversas formais e em qualquer outra oportunidade que tenho. Com a chegada dos computadores, os escritórios passaram por uma revolução. Máquinas de escrever e pranchetas cedeam lugar aos computadores, e os arquivos físicos foram gradualmente transferidos para o arquivo morto. Eu atravessei o processo de trabalho do modo manufatureiro para o processo Homem-Máquina e isso foi mágico. Mas nós sabemos que a verdadeira "mágica" só acontece quando ela sai da teoria e entra na prática pessoal. O primeiro impacto real pessoal que a Internet trouxe pra mim, foi a possibilidade de baixar músicas em formato mp3 e, mais recentemente, a Internet apurou o meu prazer em assistir a filmes.
Gosto de filmes desde que me lembro. Ir ao cinema tem sido uma das minhas principais fontes de entretenimento. Gosto de ler o que os críticos dizem sobre os filmes. Quando tive contato com a Web, em 1994, um dos primeiros acessos que fiz foi buscar material sobre "vale do silício", materiais de estudo sobre "tecnologia" e material sobre "crítica de filmes", usando o provedor de acesso Mandic.
Aos poucos, fui deixando de ver revistas ou jornais impressos, buscando cada vez mais conteúdos online e fui migrando para sites de conteúdo, como Starmedia, imdb.com ... Em 1996, surgiu o Universo Online (UOL) como o primeiro portal de conteúdo no Brasil, seguido por Terra e tantos outros... e lá estavam eles, não apenas algumas críticas, mas uma verdadeira biblioteca de informações.
As locadoras de vídeo também fazem uso do recurso da internet, podendo acompanhar e atualizar informações sobre lançamentos e outros. Os VHSs aos poucos vão sendo substituídos pelos DVDs, de quase todos os gêneros possíveis, que você pode conferir e levar para casa. Eu consigo, hoje, fazer uma pesquisa na internet e buscar por informações de filmes antigos (para mim), como Flight of the Doves, um filme infantil britânico de 1971, que assisti quando era criança. Fui melhorando as consultas, e encontro muitas informações sobre o filme, incluindo a coleção de resenhas que expressavam muitos pontos de vista diferentes sobre filmes. Vários críticos, com diversas opiniões, inclusive, opiniões sobre outras obras do mesmo diretor, atores e atrizes. Então, navegando pela Internet, em termos de filmes, ou qualquer outra coisa, consigo fazer pesquisas, e, antes que eu me dê a perceber, não estou apenas buscando informações por filmes, estou fazendo o equivalente a um curso de cinema autodidata e informal, pela Internet.
Honestamente, eu nunca tinha prestado muita atenção em Cavaleiro Solitário. Também cheguei a John Wayne em minhas pesquisas. E eu continuo pesquisando, assistindo e aprendendo sobre quase tudo que eu queira ou tenha interesse.
É muito interessante e, francamente, uma surpresa agradável, que, na chamada: fase mais produtiva da vida - eu tenha tido a honra e a sorte de poder participar desta verdadeira revolução da informação: o advento da Internet! Quem souber usá-la de maneira correta, poderá fazer maravilhas.
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